2:01 PM

Raven Simoné

Saudações...

Galera, vocês sabiam que aquela mocinha do seriado "That's so Raven" (As visões da Raven) era cantora???

Pois é, me surpreendí, e gostei do que ouví....


Raven-Symoné Christina Pearman é atriz, cantora e produtora, nascida em Atlanta, Geórgia em 10 de Dezembro de 1985 e ficou mundialmente famosa protagonizando o seriado As Visões da Raven do Disney Channel.

Ouçam "Double Dutch Bus"...




Raven-Symoné Christina Pearman (filha de Christopher e Lydia Pearman) nasceu em 10 de Dezembro de 1985 na cidade de Atlanta, no estado de Geórgia, nos Estados Unidos! Seus cinco primeiros anos de vida foram iguais aos de qualquer outra criança (ou quase). "Raven fez tudo muito cedo", diz sua mãe Lydia, uma ex-analista de sistemas da Corporação NCR. "Na verdade, ela tentou cantar antes mesmo de conseguir falar." Raven tinha algo especial. Era corajosa e tinha jeito para os negócios de Hollywood. Tinha tanto jeito, que sua família praticamente juntou todas as malas, pararam suas vidas, para realizar os sonhos de sua filha.


Uma bela música chamada "Some Call it Magic"




Quem se interessar o cd pode ser baixando nesse site ...

(obs: o link fio encontrado na internet, não faço apologia a pirataria, caso gostem comprem o cd)


See you...

12:40 AM

Macy Gray

Hello guys and girls, descubram Macy Gray (Ohio, 6 de setembro de 1970 – Cantora de Atriz). Famosa por sua voz rouca, seu estilo de música passeia pelo R&B e Soul. Seu verdadeiro nome é Natalie McIntyre.


> Second single de Macy, chamado "I Try"





Na época da faculdade Natalie (Macy Gray) aceitou escrever algumas músicas para uma amigo e ceder as músicas para ser gravado por uma cantora. Na época da gravação a cantora falhou e Macy acabou gravando em seu lugar. Nessa época Macy conheceu Joe Solo e os dois comporam e gravaram muitas músicas juntos.

As gravações, ainda no estilo demo, deram muita visibilidade a Macy que começou a tocar em “Jazz Cafés” de Los angeles. Conta a história de que ela nunca gostou da própria voz e do timbre rouco.


>Ouçam "Still"






Em razão da atenção que ela conseguiu na época, dentro do cenário do “jazz” a “Atrantic Records” tentou assinar contrato com ela, mas por vários motivos Macy só veio a assinar contrato em 1998 com a Epic Records.

>Musica "When I See you"




Macy possui algumas participações em álbuns de outros artistas, dentre elas em um dos sons do “The Black Eyed Peas” chamado “Love won’t Wait”

Realmente muito bom.


CLIQUE AQUI e faça o download de um álbum com os melhores singles de Macy Gray.


(Lembrando que é um link encontrado na internet, pois não faço apologia a pirataria, ouçam, depois deletem, caso gostem comprem o cd)


See you!


11:19 PM

Hi bloggers!


Acredito que a maioria já deve ter ouvido falar da banda "Lifehouse"...





...é uma banda americana legal a bessa, que mistura pop com rock alternativo (além das letras melódicas) e consegue produzir um som muito atraente e fácil de ouvir...




...destacaram-se na mídia, desde o ano 2000 com o hit de sucesso "Hanging by a Moment", de seu álbum de estréia intitulado "No Name Face".




Considerado um dos melhores albuns da banda o download de "Who we are" pode ser feito AQUI.
(Lembrando que é um link encontrado na internet, pois não faço apologia a pirataria, ouçam, depois deletem, caso gostem comprem o cd)...




...dada a dica para quem ainda não conhecia!
See you!

2:58 PM

Entendendo a Crise imobiliária Americana!, rsrsrrs


Texto da folha On-line

Os mercados ao redor do mundo estão preocupados com o setor imobiliário nos Estados Unidos, que atravessou um boom nos últimos anos. O medo principal é sobre a oferta de crédito disponível, já que, há algumas semanas, foi detectada uma alta inadimplência do segmento que engloba pessoas com histórico de inadimplência e que, por conseqüência, podem oferecer menos garantia de pagamento --é o chamado crédito "subprime" (de segunda linha).

Justamente por causa do alto volume de dinheiro disponível ultimamente, o "subprime" foi um setor que ganhou força e cresceu muito. A atual crise, assim, é proporcional à sua expansão.

Como os empréstimos "subprime" embutem maior risco, eles têm juros maiores, o que os torna mais atrativos para gestores de fundos e bancos em busca de retornos melhores. Estes gestores, assim, ao comprar tais títulos das instituições que fizeram o primeiro empréstimo, permitem que um novo montante de dinheiro seja novamente emprestado, antes mesmo do primeiro empréstimo ser pago.

Também interessado em lucrar, um segundo gestor pode comprar o título adquirido pelo primeiro, e assim por diante, gerando uma cadeia de venda de títulos.

Porém, se a ponta (o tomador) não consegue pagar sua dívida inicial, ele dá início a um ciclo de não-recebimento por parte dos compradores dos títulos. O resultado: todo o mercado passa a ter medo de emprestar e comprar os "subprime", o que termina por gerar uma crise de liquidez (retração de crédito).

Arte Folha

No mundo da globalização financeira, créditos gerados nos EUA podem ser convertidos em ativos que vão render juros para investidores na Europa e outras partes do mundo, por isso o pessimismo influencia os mercados globais.

O estopim para a tensão mundial foi justamente uma notícia vinda da Europa, de que o banco francês BNP Paribas, um dos principais da região, havia congelado o saque de três de seus fundos de investimentos que tinham recursos aplicados em créditos gerados a partir de operações hipotecárias nos EUA. A instituição alegou dificuldades em contabilizar as reais perdas desses fundos.

O mercado já monitorava há meses os problemas com esses créditos imobiliários. Quando a inadimplência dessas operações superou as expectativas, empresa após empresa nos EUA relataram problemas de caixa.

Os investidores, então, começaram a ficar preocupados com o tamanho do prejuízo. Principalmente porque ninguém sabe, até hoje, quanto os bancos e fundos de investimento têm aplicados nesses créditos de alto risco. E o caso do Paribas sinalizou que esses problemas e medos haviam atravessado as fronteiras.

Esse desconhecimento geral começou a provocar o que se chama de crise de liquidez (retração do crédito) no sistema financeiro. Num mundo de incertezas, o dinheiro pára de circular --quem possui recursos sobrando não empresta, quem precisa de dinheiro para cobrir falta de caixa não encontra quem forneça.

Para socorrer os mercados financeiros e garantir que eles tivessem dinheiro para emprestar, os principais bancos centrais do planeta --o BCE (Banco Central Europeu), o Federal Reserve (Fed, o BC americano) e o Banco do Japão, além de entidades da Austrália, Canadá e Rússia-- intervieram e liberaram bilhões de dólares em recursos aos bancos. O medo é que com menos crédito disponível, caia o consumo e o diminua o crescimentos das economias.

Como a crise americana provoca aversão ao risco, os investidores em ações preferem sair das Bolsas, sujeita a oscilações sempre, e aplicar em investimentos mais seguros. Além disso, os estrangeiros que aplicam em mercados emergentes, como o Brasil, vendem seus papéis para cobrir perdas lá fora. Com muita gente querendo vender --ou seja, oferta elevada--, os preços dos papéis caem.


extraido de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u320606.shtml

9:42 AM

Quero aprender!

Desde q nascemos somos ensinados a comer, andar, falar, crescemos um pouco e aí é escola, escrever, amigos e etc....
O principal não nos ensinam!!!
Eu queria aprender a errar, bom não quero dizer q quero errar, quero dizer q deveriam nos ensinar a conviver com o erro com algo que faz parte do jogo....
Alías não só aprender a errar, mas também a prender a conviver com as pessoas, as decepções, e problemas que estamos todos fadados a sofrer(uns mais outros menos)...
É, isso aí!!! Será que o nosso sistema educacional vai algum dia evoluir a esse ponto?

Precisamos aprender a aprender, conhecer com lidar com os problemas que realmente importam... Imaginem se tivessemos sociologia, filosofia e psicologia na escola, maravilha!!!




Imagem do dia!!!

Beleza brasileira, "Fernando de Noronha"